As Práticas professionais supervisionadas (PPS) consistem em um conjunto de atividades que o aluno deve desenvolver individualmente, como parte do currículo do programa, em instituições ou centros públicos ou privados. Seu objetivo é oferecer aos alunos uma formação integral, combinando teoria e prática em ambientes profissionais reais, nos quais devem desenvolver as competências específicas na área de conhecimento do programa.
Na universidade, o aluno tem duas opções para acumular os créditos das PPS:
- O reconhecimento/convalidação dos créditos a partir de uma experiência profissional prévia relacionada. (Nota: alguns programas não incluem esta opção).
- A realização das práticas supervisionadas em um centro externo de práticas.
Apresenta-se, aqui, a partir da seguinte estrutura, a informação que o aluno necessitará durante as práticas:
- Informação específica do programa: onde são detalhadas as horas, tarefas e competências.
- Reconhecimento/convalidação de créditos: com o procedimento a seguir e requisitos exigidos para apresentar a solicitação.
- Documentação sobre o desenvolvimento das práticas: desenvolve a sequência de fases e proporciona os documentos para cumprir com o desenvolvimento das PPS.
Lembre-se de que, durante todo o processo, você pode entrar em contato com o Departamento de Práticas de sua Universidade.
1. Informações específicas do programa (DDMDEM)
1.1 Tarefas e competências do programa
As Práticas Presenciais Supervisionadas (PPS) – também conhecidas como Práticas Externas – constituem uma atividade obrigatória necessária para a obtenção do título.
As Práticas são organizadas com um critério que permita ao(à) estudante adquirir experiências em um contexto profissional autêntico, relacionado a uma área de atuação da profissão.
Espera-se que, com a realização da Prática, o(a) estudante em formação desenvolva as seguintes competências:
- Elaborar um projeto de marketing respeitando suas fases de planejamento, direção e execução.
- Aplicar de forma eficaz estilos de liderança e direção para exercício no âmbito empresarial.
- Explicar a importância do trabalho em equipe para a obtenção de resultados comerciais e aplicar técnicas voltadas para a gestão eficiente de equipes.
- Adquirir habilidades e desenvolver técnicas para a resolução de diferentes situações de conflito no ambiente empresarial.
- Identificar e relacionar as ferramentas de gestão que determinam as novas funções e serviços de Marketing em sua integração com a atividade comercial no contexto atual das TIC e da globalização.
- Aplicar os elementos de projeto, planejamento e execução de um estudo de mercado com o objetivo de gerar informações para a tomada de decisões de marketing.
- Utilizar tecnologias e ferramentas para avaliar os modelos de comportamento do consumidor físico e digital, com base em suas necessidades, limitações e características, que permitam o desenvolvimento de estratégias precisas para o consumidor.
- Projetar modelos estratégicos que otimizem o desempenho de cada elemento do mix de marketing de acordo com as condições do mercado.
- Identificar a possibilidade de presença internacional da empresa e propor um modelo de ação estratégica para sua internacionalização.
- Avaliar estratégias de marketing de serviços para a criação e a comercialização de ativos intangíveis.
- Aplicar o conhecimento para propor um plano de marketing de relacionamento para explorar o potencial das ações centradas no cliente.
- Integrar e implementar decisões estratégicas para o produto, portfólio e linha de produtos que fortaleçam sua posição, bem como à construção e gestão da marca.
- Formular políticas de preços de acordo com os objetivos empresariais e as realidades do mercado.
- Criar e gerir canais de distribuição que permitam que o produto chegue de forma eficaz ao cliente-alvo.
- Implantar, monitorar e avaliar planos de comunicação internos e externos para lançar campanhas que incorporem métodos e ferramentas para o desenvolvimento de estratégias de comunicação direcionadas para o público-alvo.
- Avaliar diferentes modelos de comércio eletrônico e criar estratégias de marketing para alcançar clientes por meio de canais digitais.
- Diagnosticar, planejar e controlar a gestão comercial e de vendas com base em modelos funcionais integrados à estratégia empresarial.
- Elaborar, implementar e avaliar planos de marketing que possibilitem a tomada de decisões mercadológicas, incorporando a gestão, diagnóstico, distribuição e disponibilidade da informação como um fator-chave para o sucesso.
- Analisar sistematicamente a implementação de uma auditoria de marketing para identificar áreas de oportunidade e aprimoramento.
Entre as tarefas a realizar pelo aluno durante o período de práticas estão incluídas, mas não se limitam a:
- Identificar as fases, a documentação e as ferramentas necessárias para a conquista de uma tarefa.
- Buscar informações em documentos e materiais de referência para elucidar dúvidas e preencher lacunas de conhecimento identificadas na própria prática profissional.
- Planejar e gerir as tarefas atribuídas com eficácia.
- Concluir as tarefas dentro dos prazos previstos.
- Resolver problemas relacionados ao exercício profissional com o apoio dos recursos necessários ou da pessoa idônea dentro da instituição.
- Encontrar os recursos de informação e documentação necessários para realizar as tarefas atribuídas.
- Justificar as decisões tomadas para resolver as tarefas atribuídas.
- Comportar-se de acordo com as normas sociais, organizacionais e éticas da empresa ou instituição e da profissão.
- Autoavaliar o próprio desempenho profissional.
- Revisar o trabalho realizado de acordo com as instruções do tutor das práticas, a fim de que o produto final atinja o nível de qualidade exigido.
- Aplicar habilidades de aprendizagem e adaptação às demandas específicas do mercado de trabalho e demonstrar conhecimento desse contexto.
- Desenvolver recursos pessoais para a intervenção: habilidades sociais e de comunicação, habilidades profissionais, tomada de decisões e autorregulação da aprendizagem.
O estudante poderá realizar práticas em qualquer uma das seguintes instituições ou centros:
- Empresas multinacionais (bens e serviços)
- Pequenas e médias empresas (bens e serviços)
- Empresas de consultoria especializadas em marketing
1.2. Características das Práticas no Programa
Para poder iniciar as práticas, é necessário:
- Ter, no mínimo, 66 % do programa concluído.
- Apresentar obrigatoriamente toda a documentação exigida, tanto acadêmica quanto administrativa, à Coordenação de Práticas.
O total de horas de práticas será: 150 horas, das quais 120 horas serão presenciais na instituição parceira e 30 horas serão dedicadas à elaboração do Relatório de Práticas.
É possível optar pelo reconhecimento ou pela convalidação das Práticas como disciplina do plano de estudos. Os requisitos, critérios e a documentação a ser apresentada podem ser consultados na seção a seguir.
2. Reconhecimento/Convalidação das Práticas
Para apresentar essa solicitação, é obrigatório atender a uma série de requisitos que variam de acordo com o programa. Esses requisitos estão relacionados a:
- Tarefas ou capacidades específicas do âmbito profissional correspondente: descritas no ponto anterior “Informações específicas”
- Tempo mínimo de experiência profissional na área: o aluno do DDMDEM deverá comprovar 480 horas de experiência profissional em tempo integral em algum dos seguintes centros, órgãos ou instituições, em cargos relacionados ao programa cursado:
- Empresas multinacionais (bens e serviços)
- Pequenas e médias empresas (bens e serviços)
- Empresas de consultoria especializadas em marketing
As práticas poderão ser reconhecidas com base na experiência profissional, desde que o cargo esteja diretamente relacionado às competências e tarefas especificadas.
Para avaliar o reconhecimento dos créditos das práticas, o aluno deve comprovar o cumprimento dos requisitos estipulados. Essa comprovação é possível mediante a apresentação por parte do aluno de uma Solicitação de Reconhecimento de Créditos por Experiência Laboral ou Profissional. Esse documento deve vir acompanhado de:
- Certificado de Experiência Laboral Prévia, elaborado pela(s) instituição(ões) em que o aluno tenha realizado sua experiência profissional suscetível de reconhecimento.
- Relatório de atividade profissional.
Os requisitos descritos na informação específica de cada programa podem servir como guia e ajuda para cumpri-lo. O Certificado de Experiência Laboral Prévia deve ser preenchido pela empresa, considerando que deve:
- ser preenchido com letra digital;
- incluir toda a informação solicitada;
- ser assinado pela pessoa responsável da instituição ou, em sua ausência, pelo diretor do departamento de RH;
- conter o logotipo da instituição.
Uma vez preenchidos, o(s) certificado(s) deve(m) ser enviado(s) ao Departamento Internacional de Práticas da(s) Universidade(s) que titula(m) o programa e oferece(m) a oportunidade de reconhecimento. Uma vez revisada documentação entregue, informa-se se será dada continuidade ao processo de reconhecimento das práticas ou se existe algum erro ou questionamento que deva ser esclarecido previamente.
Se a documentação proporcionada está completa e correta, analisa-se a equivalência entre as competências desenvolvidas pelo programa de estudo e as competências do desempenho profissional durante o período trabalhado.
Uma vez superada essa fase, o Departamento Internacional de Coordenação de Práticas entra em contato com o aluno a fim de comunicar se a solicitação foi deferida ou não, conduzindo, em seguida, à gestão necessária para registrar a informação em seu expediente acadêmico.
ATENÇÃO: em qualquer momento dos processos de reconhecimento descritos aqui, as Universidades podem solicitar documentos adicionais que considerem necessários para tramitar o reconhecimento das práticas.
3. Realização das PPS
3.1 Contexto de realização de práticas
Cada universidade conta com convênios para a realização de práticas em centros localizados em seu país. Esses centros estão à disposição dos alunos interessados. No entanto, levando em conta a diversidade de países e localidades de procedência dos estudantes, oferece-se ao aluno a possibilidade de entrar em contato com um centro próximo ao seu local de residência e que atenda aos requisitos indicados para a realização das práticas. Em ambos os casos, a universidade na qual o aluno está matriculado e o centro de práticas deverão assinar um convênio de colaboração educacional e seu respectivo anexo, para que o aluno possa realizar as práticas em um centro autorizado pela universidade.
3.2 Estrutura e Organização
As práticas presenciais supervisionadas são organizadas nas seguintes etapas:
3.2.1 Etapa preliminar
Caso o aluno não possa se beneficiar dos convênios de cooperação educacional existentes entre sua universidade e diversas instituições, deverá, com o auxílio do Departamento de Coordenação de Práticas da universidade, entrar em contato com uma instituição para poder realizá-las.
Para estabelecer contato com possíveis instituições nas quais o aluno tenha interesse e possa realizar as práticas, ele pode utilizar a(s) Carta(s) de Apresentação, em nome da(s) universidade(s), na(s) qual(is) se informa à instituição sobre o conteúdo das práticas acadêmicas e suas características, bem como as implicações que sua colaboração teria:
Uma vez que o aluno tenha firmado a possibilidade de realização das práticas com alguma instituição, deve preencher e enviar o formulário de Inscrição-solicitação do centro de práticas ao Departamento de Práticas da universidade que titula o programa de estudos.
NOTA: para consultar que universidade(s) titula(m) o programa em que você se encontra matriculado, consulte o PANAL (Expediente Acadêmico).
No momento em que o Departamento Internacional de Práticas revisar e aprovar o centro escolhido pelo aluno segundo a informação proporcionada, o aluno é contatado para que proceda à orientação e gestão da assinatura do Convênio de colaboração e seu correspondente Anexo por parte do centro e da universidade (se necessário).
Além disso, conforme o país onde serão realizadas as práticas e a legislação em vigor, o aluno deve entrar com a documentação adicional necessária exigida pela legislação do país. A seguir, especificam-se alguns detalhes dessa informação adicional para alguns países:
3.2.1.1 Alunos matriculados na Univ. Europea del Atlántico
| Alunos matriculados na Universidad Europea del Atlántico | ||
| Alunos que realizam as práticas em território espanhol | Alunos menores de 28 anos que cursam programas oficiais | Estão acolhidos no Seguro Escolar da própria universidade, de modo que não precisam entrar com nenhuma documentação adicional. |
| Alunos maiores de 28 anos que cursam programas oficiais | Devem contratar obrigatoriamente um seguro acidentário e/ou de responsabilidade civil para poder realizar suas práticas. O recibo da apólice será exigido pela universidade antes do início das práticas. | |
| Alunos de qualquer idade que cursam programas próprios | Devem contratar obrigatoriamente um seguro acidentário e/ou de responsabilidade civil para poder realizar suas práticas. O recibo da apólice será exigido pela universidade antes do início das práticas. | |
| Alunos que realizam as práticas fora do território espanhol | Alunos de qualquer idade e titulação | Devem contratar um seguro acidentário e/ou de responsabilidade civil caso seja exigido pela legislação do país onde realiza as práticas. Do mesmo modo, devem cumprir com a legislação vigente em matéria de práticas do país onde estas serão realizadas. |
3.2.1.2 Alunos matriculados na Univ. Internacional Iberoamericana (Porto Rico)
| Alunos matriculados na Universidad Internacional Iberoamericana (Porto Rico) | ||
| Alunos que realizam práticas em território porto-riquenho | Todos os alunos |
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| Exigências adicionais para práticas em Centros Sanitários |
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| Exigências adicionais para práticas em Centros de Naturopatia |
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| Alunos que realizam práticas fora do território porto-riquenho | Todos os alunos | Devem contratar um seguro acidentário e/ou de responsabilidade civil caso seja exigido pela legislação do país onde realiza as práticas. Do mesmo modo, devem cumprir com a legislação vigente em matéria de práticas do país onde estas serão realizadas. |
3.2.1.3 Alunos matriculados na Univ. Internacional Iberoamericana (México)
| Alunos matriculados na Universidad Internacional Iberoamericana (México) | ||
| Alunos que realizam práticas em território mexicano | Todos os alunos | Não existe exigências adicionais estabelecidas de modo regulamentar. Se necessário, será especificado ao aluno pela universidade ou pelo centro de práticas.
. |
| Alunos que realizam práticas fora do território mexicano | Todos os alunos | Devem contratar um seguro acidentário e/ou de responsabilidade civil caso seja exigido pela legislação do país onde realiza as práticas. Do mesmo modo, devem cumprir com a legislação vigente em matéria de práticas do país onde estas serão realizadas. |
ATENÇÃO: as universidade podem mudar as exigências em função de mudanças normativas que possam ocorrer.
Uma vez que a documentação necessária tenha sido registrada pelo Departamento de Práticas, o aluno pode continuar com o processo de práticas no centro.
3.2.2. Etapa de desenvolvimento
Durante esta etapa, o aluno deve realizar as práticas no centro selecionado.
Na maioria dos programas, estimam-se em 120 as horas presenciais no centro colaborador, com algumas horas adicionais para a elaboração da Memória Final. No entanto, alguns programas têm adjudicados números de horas presenciais distintos. Revise esta informação sobre o seu programa na seção “informação específica do programa”.
Durante esta etapa, o aluno realiza as horas de práticas no centro colaborador de práticas, cumprindo com as Regras da Universidade e do Centro, de modo que sua estrutura e organização dependem da área designada para a realização das práticas. Essas práticas devem ser supervisionadas e o aluno deve contar com o apoio de um tutor do centro de práticas, o mesmo que realizará posteriormente um relatório de avaliação.
Os horários de realização das práticas devem ser combinados previamente com o centro. Estes, inclusive, são estabelecidos levando em consideração, as características e a disponibilidade do centro de práticas. Devem ser priorizados horários compatíveis com a atividade acadêmica, formativa e de representação e participação desenvolvida pelo estudante na universidade.
3.2.3. Avaliação das práticas
A Memória final de práticas é um documento elaborado pelo aluno, tendo o objetivo de sistematizar e refletir sobre a experiência profissional vivida no centro. A estrutura do documento deve seguir o Modelo da Memória das Práticas e não deve ultrapassar o limite máximo de 25 páginas, recomendado a todos os programas, exceto para os programas da área de saúde com casos clínicos, estabelecendo-se o limite máximo de 35 páginas (dossiês com número superior de páginas não serão aceitos). Este número de páginas não inclui as referências bibliográficas ou os anexos.
ATENÇÃO: As memórias que incluem imagens ou vídeos de menores de idade devem vir acompanhados da permissão de seus responsáveis legais.
Uma vez finalizadas as horas presenciais das práticas, o aluno deve entregar a memória, em um prazo máximo de 15 dias, ao Departamento Internacional de Coordenação de Práticas, estando os documentos abaixo devidamente preenchidos:
- Memória final de práticas
- Relatório de avaliação de práticas do aluno
- Relatório de avaliação do tutor do centro de práticas
A seguir, procede-se à avaliação final dos mesmos, baseando-se na seguinte ponderação:
- Memória final de práticas elaborada pelo aluno: 30% da nota final.
- Relatório de avaliação do tutor do centro de práticas, emitido pelo centro por meio do tutor: 70% da nota final.
A nota final obtida será comunicada ao aluno pelo Modelo do Relatório do Tutor da Universidade e a nota será registrada em seu expediente acadêmico no prazo máximo de um mês.
4. Perguntas frequentes das PPS
4.1. Por onde começar as PPS
Recomenda-se que os alunos leiam a Informação específica do seu programa. Nela, encontrarão as características (tarefas e competências, horas a realizar, etc.) e as Cartas de Apresentação que as universidades disponibilizam para facilitar a procura por Centros de Práticas.
Muitos programas contemplam a possibilidade de convalidar/reconhecer práticas a partir da experiência profissional. Neste caso, na seção 1.3., para reconhecê-las/convalidá-las, na Informação específica do programa, você encontra o prazo mínimo necessário para solicitar a convalidação. E, na seção “Convalidação/Reconhecimento de Práticas”, descreve-se como realizar esse processo e entrega-se o formulário que deve ser preenchido pela(s) instituição(ões).
No caso de o aluno optar pela Realização das Práticas, deve continuar com a leitura da seção correspondente e com tempo suficiente, iniciar os trâmites para a assinatura do convênio de práticas (entre o Centro de Práticas, a Universidade e o aluno).
4.2. Qual(is) universidade(s) titula(m) o meu programa?
O local de consulta da(s) universidade(s) ou outros dados sobre o programa é o PANAL.
4.3. Se surgirem dúvidas sobre as PPS, com quem devo falar?
Na seção Perguntas Frequentes, você pode encontrar as dúvidas comuns a muitos estudantes. Se não encontrar a resposta para a sua dúvida, lembre-se que qualquer questão relativa às Práticas professionais supervisionadas (PPS) ou à sua gestão deve ser abordada com o Departamento Internacional de Práticas da Universidade que titula o seu programa.
5. Contato
Para sanar todas as dúvidas e questões ou realizar os trâmites necessários relacionados ao processo das Práticas professionais supervisionadas (PPS), é possível entrar em contato através do seguinte formulário.