Informação PPS do Mestrado em Estudos Biológico-Naturistas com especialização em Acupuntura e/ou Fitoterapia Tradicional Chinesa

As Práticas Presenciais Supervisionadas (PPS) consistem em um conjunto de atividades que o aluno deve desenvolver individualmente, como parte do currículo do programa, em instituições ou centros públicos ou privados. Seu objetivo é oferecer aos alunos uma formação integral, combinando teoria e prática em ambientes profissionais reais, onde devem desenvolver as competências específicas na área de conhecimento do programa.

Da universidade, o aluno tem duas opções para acumular os créditos das PPS:

  1. O reconhecimento/convalidação dos créditos a partir de uma experiência profissional prévia relacionada.
  2. A realização das práticas supervisionadas em um centro externo de práticas.

Apresenta-se, aqui, a partir da seguinte estrutura, a informação que o aluno necessitará durante as práticas:

  1. Informação específica do programa: onde são detalhadas as horas, tarefas e competências.
  2. Reconhecimento/convalidação de créditos: com o procedimento a seguir e requisitos exigidos para apresentar a solicitação.
  3. Documentação sobre o desenvolvimento das práticas: desenvolve a sequência de fases e proporciona o documentos para cumprir com o desenvolvimento das PPS.

Lembre-se que, durante todo o processo, você pode entrar em contato com o Departamento de Práticas de sua Universidade.

1. Informação específica SNMMTCACU

1.1 Tarefas e competências do programa

O plano de estudos do Mestrado em Estudos Biológico-Naturistas especializado em Acupuntura e/ou Fitoterapia Tradicional Chinesa inclui a realização de práticas externas por parte do aluno.

Estas práticas consistem no desenvolvimento de tarefas em um contexto profissional presencial autêntico, supervisionado por um tutor do centro colaborador.

O objetivo das práticas é que o aluno em formação desenvolva, principalmente, as seguintes competências, segundo o Módulo Optativo:

Gerais

  • Capacidade para desenvolver as habilidades e atitudes necessárias para tornarem-se profissionais capazes de proporcionar a atenção à saúde que a sociedade demanda hoje.
  • Capacidade para desenvolver-se em seu âmbito profissional e/ou científico de maneira autônoma, eficiente e ideal.
  • Capacidade para trabalhar em colaboração com outros profissionais a fim de garantir um tratamento multidisciplinar.
  • Capacidade para aplicar conhecimentos teórico-práticos aprendidos da medicina tradicional chinesa em pacientes reais.

Optativa Acupuntura

  • Capacidade para identificar os sintomas do paciente e, em consequência, aplicar os fundamentos e princípios teóricos e metodológicos da acupuntura.
  • Capacidade para propor a técnica acupuntural adequada adaptada às características do paciente.

Optativa Fitoterapia Tradicional Chinesa

  • Capacidade para desenvolver-se na prática da fitoterapia tradicional chinesa.
  • Capacidade para identificar a etiologia e o mecanismo etiológico para projetar e executar um programa terapêutico baseado na fitoterapia tradicional chinesa.

E desempenhe as seguintes tarefas, segundo o Módulo Optativo:

Optativa Acupuntura

  • Examinar e avaliar integralmente o paciente através do diagnóstico e da diferenciação de síndromes segundo a medicina chinesa.
  • Desenvolvimento das técnicas acupunturais estudadas no Mestrado.

Optativa Fitoterapia Tradicional China

  • Examinar e avaliar integralmente o paciente através do diagnóstico e da diferenciação de síndromes segundo a medicina chinesa.
  • Recomendação e avaliação da pauta fitoterápica chinesa adequados ao perfil do paciente.

1.2. Característica das PPS do programa

Para começar as Práticas, é necessário ter avançado e concluído os dois módulos optativos.

  • Antes do início das práticas, é preciso apresentar obrigatoriamente toda a documentação exigida, tanto acadêmica quanto administrativa. Recomenda-se iniciar a gestão das práticas com tempo suficiente.
  • As práticas são obrigatórias, pois são parte do plano de estudos do programa e é necessário cursá-las ou tê-las reconhecidas/convalidadas para a obtenção da titulação.
  • O total de horas de práticas é:
    • Módulo optativo Acupuntura: 225 horas, das quais 120 são presenciais na entidade colaboradora e 105 destinadas à elaboração da Memória de Práticas.
    • Módulo optativo Fitoterapia Tradicional Chinesa: 225 horas, das quais 90 horas são presenciais na entidade colaboradora e 135 horas destinadas à elaboração à elaboração da Memória de Práticas.
  • Para a elaboração da Memória, deve-se ter em conta a estrutura apresentada dentro da informação disponível na seção “Realização das PPS”.

 

IMPORTANTE: os alunos que optem pelo Módulo de Acupuntura devem desenvolver a memória e acrescentar, além disso, os 3 casos clínicos/práticos mais relevantes vistos durante as práticas no Centro de Práticas. Os alunos que realizem o Módulo optativo de Fitoterapia Tradicional Chinesa devem desenvolver a memória acrescentando os 4 casos clínicos/práticos mais relevantes que tenham visto durante as práticas no Centro de Práticas.

2. Reconhecimento/convalidação das PPS

Para solicitá-la, é necessário cumprir com uma série de requisitos que variam segundo o programa. Estes requisitos estão relacionados com:

  1. Tarefas ou capacidades específicas do âmbito profissional correspondente: descritas no ponto anterior, “Informação específica”.
  2. O tempo mínimo de experiência profissional: o aluno de SNMGS deve comprovar 18 meses de experiência com jornada integral em algum dos seguintes postos de trabalho:
  • Empresas, grandes e pequenas, de natureza pública ou privada, cujo exercício profissional esteja diretamente relacionado com a acupuntura ou da fitoterapia tradicional chinesa.
  • Centros sanitários ou outras entidades cujo exercício profissional esteja diretamente relacionado com as técnicas acupunturais ou com a terapêutica na fitoterapia tradicional chinesa estudadas no Mestrado.

É possível reconhecer as práticas mediante a experiência de trabalho sempre e quando o posto é diretamente relacionado às competências e tarefas da optativa cursada no Mestrado e cumprindo com o descrito neste documento.

Para avaliar o reconhecimento dos créditos das práticas, o aluno deve comprovar o cumprimento dos requisitos estipulados. Esta comprovação é possível mediante a apresentação por parte do aluno de uma Solicitação de Reconhecimento de Créditos por Experiência Laboral ou Profissional. Este documento deve vir acompanhado de:

Os requisitos descritos na informação específica de cada programa podem servir como guia e ajuda para cumpri-lo. O Certificado de Experiência Laboral Prévia deve ser preenchido pela empresa, considerando que deve:

  • ser preenchido com letra digital;
  • incluir toda a informação solicitada;
  • ser assinado pela pessoa responsável da instituição ou, em sua ausência, pelo diretor do departamento de RH;
  • conter o logotipo da instituição.

Uma vez preenchidos, o(s) certificado(s) deve(m) ser enviado(s) ao Departamento Internacional de Práticas da(s) Universidade(s) que titula(m) o programa e oferece(m) a oportunidade de reconhecimento. Uma vez revisada documentação entregue, informa-se se será dado continuidade ao processo de reconhecimento das práticas ou se existe algum erro ou questionamento que deva ser esclarecido previamente. Se a documentação proporcionada está completa e correta, analisa-se a equivalência entre as competências desenvolvidas pelo programa de estudo e as competências do desempenho profissional durante o período trabalhado. Uma vez superada esta fase, o Departamento Internacional de Coordenação de Práticas entra em contato com o aluno a fim de comunicar se a solicitação foi deferida ou não, conduzindo, em seguida, à gestão necessária para registrar a informação em seu experiente acadêmico. ATENÇÃO: em qualquer momento dos processos de reconhecimento descritos aqui, as Universidades podem solicitar documentos adicionais que considerem necessários para tramitar o reconhecimento das práticas.

3. Realização das PPS

3.1 Contexto de realização das práticas

Cada universidade conta com convênios para a realização de práticas em centros localizados em seu país. Estes centros ficam à disposição dos alunos. Entretanto, considerando a diversidade de países e localidades de procedência dos estudantes, é oferecida ao aluno a possibilidade de entrar em contato com um centro próximo ao seu local de residência e que cumpra com os requisitos destacados para a realização das práticas. Para ambos os casos, a universidade em que o aluno está matriculado e o centro de práticas devem firmar um convênio de colaboração educacional a fim de possibilitar que o aluno realize suas práticas em um centro autorizado pela universidade.

3.2 Estrutura e organização

As práticas presenciais supervisionadas organizam-se nas seguintes etapas:

3.2.1 Primeira etapa

O aluno, no caso de não poder se beneficiar dos convênios de colaboração educacional existentes entre sua universidade e diversas instituições, com a ajuda do Departamento de Coordenação de Práticas da universidade, deverá entrar em contato com uma instituição para poder realizá-las.

Para estabelecer uma relação com possíveis instituições em que o aluno tenha interesse e possa realizar as práticas, o aluno pode fazer uso das Cartas de Apresentação, assinadas pelas universidades. Ali é informado ao centro sobre o conteúdo das práticas acadêmicas e suas características, assim como as implicações de sua colaboração:

Uma vez que o aluno tenha firmado a possibilidade de realização das práticas com alguma instituição, deve preencher e enviar o formulário de Inscrição-solicitação do centro de práticas ao Departamento de Práticas da universidade que titula o programa de estudos.

NOTA: para consultar que universidade(s) titula(m) o programa em que se encontre matriculado, consulte o PANAL (Expediente Acadêmico)

No momento em que o Departamento Internacional de Práticas revise e aprove o centro escolhido pelo aluno segundo a informação proporcionada, o aluno é contatado para que proceda à orientação e gestão da assinatura do Convênio de colaboração e seu correspondente Anexo por parte do centro e da universidade (se necessário).

Além disso, conforme o país onde serão realizadas as práticas e a legislação em vigor, o aluno deve entrar a documentação adicional necessária exigida legislação do país. A seguir, especificam-se alguns detalhes desta informação adicional para alguns países:

3.2.1.1 Alunos matriculados na Univ. Europea del Atlántico
Alunos matriculados na Universidad Europea del Atlántico
Alunos que realizam as práticas em território espanhol Alunos menores de 28 anos que cursam programas oficiais Estão acolhidos no Seguro Escolar da própria universidade, de modo que não precisam entrar nenhuma documentação adicional.
Alunos maiores de 28 anos que cursam programas oficiais Devem contratar obrigatoriamente um seguro acidentário e/ou responsabilidade civil para poder realizar suas práticas. O recibo da apólice será exigido pela universidade antes que possa iniciar as práticas.
Alunos de qualquer idade que cursem programas próprios Devem contratar obrigatoriamente um seguro acidentário e/ou responsabilidade civil para poder realizar suas práticas. O recibo da apólice será exigido pela universidade antes que possa iniciar as práticas.
Alunos que realizam as práticas fora do território espanhol Alunos de qualquer idade e titulação Devem contratar um seguro acidentário e/ou responsabilidade civil caso exija a legislação do país onde realiza as práticas. Do mesmo modo, devem cumprir com a legislação vigente em matéria de práticas do país onde estas serão realizadas.
3.2.1.2 Alunos matriculados na Univ. Internacional Iberoamericana (Porto Rico)
Alunos matriculados na Universidad Internacional Iberoamericana (Porto Rico)
Alunos que realizam práticas em território porto-riquenho Todos os alunos
  • 2 fotos 2×2
  • Certidão negativa de antecedentes penais (consegue-se através da secretaria de segurança pública ou através da internet)
  • Certificação da Lei 300 (solicita-se na delegacia de polícia)
  • Declaração juramentada do conhecimento da Lei 17 de Assédio Sexual no Local de Trabalho.
Exigências adicionais para práticas em Centros Sanitários
  • Certificado de Saúde
  • Certificação na Lei HIPAA (deve ser oferecido por alguém certificado)
  • Vacina contra hepatite B, varicela/catapora e influenza
  • Cultura de garganta
Exigências adicionais para práticas em Centros de Naturopatia
  • Certificado de Saúde
  • Certificação na Lei HIPAA (deve ser oferecido por alguém certificado)

 

Alunos que realizam práticas fora do território porto-riquenho Todos os alunos Devem contratar um seguro acidentário e/ou responsabilidade civil caso exija a legislação do país onde realiza as práticas. Do mesmo modo, devem cumprir com a legislação vigente em matéria de práticas do país onde estas serão realizadas.

 

3.2.1.3 Alunos matriculados na Univ. Internacional Iberoamericana (México)
Alunos matriculados na Universidad Internacional Iberoamericana (México)
Alunos que realizam práticas em território mexicano Todos os alunos Não existe exigências adicionais estabelecidas de modo regulamentar. Se necessário, será especificado ao aluno pela universidade ou pelo centro de práticas.

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Alunos que realizam práticas fora do território mexicano Todos os alunos Devem contratar um seguro acidentário e/ou responsabilidade civil caso exija a legislação do país onde realiza as práticas. Do mesmo modo, devem cumprir com a legislação vigente em matéria de práticas do país onde estas serão realizadas.

 

ATENÇÃO: as universidade podem mudar as exigências em função de mudanças normativas que possam ocorrer..

Uma vez registrada pelo Departamento de Práticas a documentação necessária, o aluno pode continuar com o processo de práticas no centro.

3.2.2. Etapa de desenvolvimento

Durante esta etapa, o aluno deve realizar as práticas no centro selecionado.

Na maioria dos programas, estimam-se em 120 as horas presenciais no centro colaborador, com alguma horas adicionais para a elaboração da Memória Final. No entanto, alguns programas têm adjudicados números de horas presenciais distintos. Revise esta informação sobre o seu programa na seção “informação específica do programa”.

Durante esta etapa, o aluno realiza as horas de práticas no centro colaborador de práticas, cumprindo com as Regras da Universidade e do Centro, de modo que sua estrutura e organização dependem da área designada para a realização das práticas. Estas práticas devem ser supervisionadas e o aluno deve contar com o apoio de um tutor do centro de práticas, o mesmo que realizará posteriormente um relatório de avaliação.

Os horários de realização das práticas devem ser combinados previamente com o centro. Estes, inclusive, são estabelecidos levando em consideração, as características e a disponibilidade do centro de práticas. Devem ser priorizados horários compatíveis com a atividade acadêmica, formativa e de representação e participação desenvolvida pelo estudante na universidade.

3.2.3. Avaliação das práticas

A Memória final de práticas é um documento elaborado pelo aluno, tendo o objetivo de sistematizar e refletir sobre a experiência profissional vivida no centro. A estrutura do documento deve seguir o Modelo da Memória das Práticas e não deve ultrapassar o limite máximo de 25 páginas, recomendado a todos os programas, exceto para os programas da área de saúde com casos clínicos, estabelecendo-se o limite máximo de 35 páginas (dossiês com número superior de páginas não serão aceitos). Este número de páginas não inclui as referências bibliográficas ou os anexos.

ATENÇÃO: As memórias que incluem imagens ou vídeos de menores de idade devem vir acompanhados da permissão de seus responsáveis legais.

Uma vez finalizadas as horas presenciais das práticas, o aluno deve entregar a memória, em um prazo máximo de 15 dias, ao Departamento Internacional de Coordenação de Práticas, estando os documentos abaixo devidamente preenchidos:

A seguir, procede-se à avaliação final dos mesmos, baseando-se na seguinte ponderação:

  • Memória final de práticas elaborada pelo aluno: 70% da nota final.
  • Relatório de avaliação do tutor do centro de práticas, emitido pelo centro através do tutor: 30% da nota final.

A nota final obtida será comunicada ao aluno através do Modelo do Relatório do Tutor da Universidade e a nota será registrada em seu expediente acadêmico no prazo máximo de um mês.

3.3 Recomendações para as PPS

Ao desenvolver as práticas, o aluno deve observar como o terapeuta efetua o seu trabalho, ou seja, como entrevista o paciente, preenche o histórico clínico, decide e realiza o tratamento, etc., devendo sempre estar ao lado do terapeuta, observando e aprendendo.

O objetivo final e técnico é que o aluno aprenda a diagnosticar (observar a língua e apalpar o pulso) e a localizar os pontos (no caso da acupuntura), a prescrever a fitoterapia chinesa (no caso da fitoterapia tradicional chinesa). Para tal fim, deve observar e seguir a combinação e localização dos pontos, técnicas de inserção, manipulação, etc.

Recomenda-se que o aluno ajude o acupuntor ou terapeuta a preparar as macas, a tirar as agulhas, a colocar as sementes no pavilhão auricular, a aplicar a moxa, etc., mas não a inserir as agulhas acupunturais.

Enquanto é realizada a entrevista com o paciente, o aluno permanece ao lado do terapeuta, mas não deve interrompê-lo, qualquer dúvida ou esclarecimento deve acontecer quando o paciente não está presente.

Para realizar adequadamente as práticas, o aluno deve seguir algumas normas básicas de comportamento, higiene, etc., além de vestir-se de branco e ater-se às normas internas de cada centro.

3.3.1 Primeiro dia de Práticas Clínicas

  1. O aluno ou a aluna deve aplicar as medidas de ação preventivas exigidas em cada momento (veja seção “medidas preventivas”).
  2. É necessário que o aluno tenha em mente as seguintes normas de conduta quando esteja em consulta:
  • Aconselha-se chegar 5 minutos antes do início da consulta.
  • Para realizar as práticas na clínica, é necessário levar um jaleco sanitário branco (em bom estado, limpo e passado) e o material necessário para tomar notas.
  • O aluno tem um lugar designado ao lado do terapeuta para acompanhar o desenvolvimento da consulta.
  • O terapeuta indicará quando pode fazer a observação da língua e apalpar o pulso.
  • Acompanhará o terapeuta e o paciente à maca, onde poderá observar e seguir a localização dos pontos, a técnica de inserção, manipulação, etc.
  • Quando o terapeuta está em entrevista com o paciente, não se deve interromper. Qualquer dúvida ou esclarecimento é feito quando o paciente não está presente.
  • Finalmente, é preciso lembrar-se que se trata de um centro clínico, portanto, é preciso falar em voz baixa.

3.3.2. Medidas preventivas nas práticas clínicas

IMPORTANTE: lembre-se que toda ação que envolva o uso ou aplicação das agulhas é realizado exclusivamente pelo professor do centro de práticas. O estudante somente observa.

Os estudantes que realizam práticas clínicas devem, em primeira instância, ater-se às normas internas no centro e aplicar as seguintes medidas de atuação e preventivas:

  1. Utilizar as barreiras físicas mais adequadas a cada caso: luvas, jaleco e qualquer outro equipamento de proteção individual que se mostre necessário.
  2. Aplicar as seguintes normas básicas de higiene pessoal:
  • Cobrir cortes e feridas com curativos impermeáveis.
  • Cobrir lesões cutâneas com luvas.
  • Retirar anéis e outras joias.
  • Lavar as mãos antes e depois de atender o paciente. Segundo a OMS, para prevenir a infecção, é muito importante lavar as mão logo antes do procedimentos de acupuntura, deste modo, ensaboá-las profundamente, esfregando as mãos e unhas, enxaguá-las com água corrente durante 15 segundos e secá-las com cuidado em uma toalha de papel limpa.
  • Muitos acupuntores apalpam o ponto de acupuntura após a preparação do local de aplicação das agulhas.Nestes casos, é preciso limpar novamente a ponta dos dedos com algodão embebido em álcool. Recomenda-se o uso de luvas de cirúrgicas ou dedeiras individuais esterilizadas para a proteção do paciente e do profissional, especialmente se este tem cortes ou abrasões. Os acupuntores com lesões infectadas nas mãos não devem trabalhar até que estejam curadas.
  1. Preparação da área de aplicação das agulhas acupunturais:
  • As áreas de aplicação das agulhas devem estar limpas e sem cortes, feridas ou infecções.
  • O ponto de inserção da agulha deve ser limpo com álcool etílico ou isopropílico a 70%, do centro até a área circundante, esfregando-o com um movimento rotatório e deixando que o álcool seque.
  1. Seguir os seguintes conselhos quanto ao manejo de objetos cortantes ou perfurantes:
  • Cuidado extremo.
  • Não reutilizar as agulhas. Todas as agulhas descartáveis devem ser eliminadas imediatamente após uso e depositadas em um recipiente especial. Cada uma das agulhas filiformes esterilizadas devem ser utilizadas somente em uma única punção. Os martelos de sete pontos, agulha de flor de ameixa, também são descartáveis, mas podem ser utilizados repetidamente no mesmo paciente.
  • A eliminação deve ser feita em recipientes rígidos de segurança.
  • Não devem ser deixados em qualquer lugar..
  • Verifique se não ficaram entre roupas e tecidos a serem enviados à lavanderia.
  1. Esterilização e desinfecção. Preferencialmente, devemos utilizar materiais de uso único. Se isso não é possível, os objetos devem ser esterilizados entre cada paciente, sendo adequadamente limpos antes de sua desinfecção e/ou esterilização.
  2. Técnica asséptica
  • O corpo da agulha deve ser mantido em condições estéreis antes da inserção.
  • As agulhas devem ser manipuladas de tal maneira que os dedos do profissional não toquem o paciente.
  • Se há dificuldade em inserir uma agulha longa, como as utilizadas nas punções VB30 ou V54, retê-la pelo cabo, o corpo deve ser mantido fixo no ponto com o auxílio de um cotonete.
  • O uso de luvas esterilizadas descartáveis facilita a manipulação das agulhas sem contaminação.
  1. Uso de lâmpadas de calor
  • Antes de utilizar a lâmpada de calor, a área a tratar deve estar limpa e seca para evitar possíveis queimaduras.
  • As lâmpadas de calor de 60W devem estar entre 45 e 60 cm distantes da superfície da pele e as de 100W devem estar entre 60 e 75 cm.
  • Mesmo que o paciente resista ao calor, o tempo de aplicação não deve ultrapassar os 20 minutos.
  • Deve-se checar a cada 5 minutos que o paciente não sofre de queimaduras, dores ou outras reações anormais. Ao primeiro sinal de avermelhamento, a lâmpada deve ser afastada da região.
  • É importante explicar para o paciente que não deve tocar na lâmpada ou cobri-la.

No caso de acidentes percutâneos (cortes, perfurações), o protocolo de atuação ante exposições acidentais a sangue é:

  • Retirar o objeto que produziu o acidente.
  • Limpar a ferida com água corrente, sem esfregar, deixando fluir o sangue durante 2-3 minutos, induzindo o sangramento, se necessário.
  • Desinfetar a ferida com iodopovidona ou outro desinfetante.
  • Cobrir a ferida com um curativo impermeável.

Repassar os tópicos de Prevenção e Atuação ante possíveis acidentes em todas as Técnicas Acupunturais.

Seguir todos este conselhos básicos é fundamental para evitar possíveis lesões.

4. Perguntas frequentes das PPS

4.1. Por onde começar as PPS

Recomenda-se que os alunos leiam a Informação específica do seu programa, nela encontrarão as características (tarefas e competências, horas a realizar, etc.) e as Cartas de Apresentação que as universidades disponibilizam para facilitar a procura por Centros de Práticas.

Muitos programas contemplam a possibilidade de convalidar/reconhecer práticas a partir da experiência profissional. Neste caso, na seção 1.3., para reconhecê-las/convalidá-las, na Informação específica do programa, você encontra o tempo mínimo necessário para solicitar a convalidação. E, na seção “Convalidação/Reconhecimento de Práticas”, descreve-se como realizar este processo e entrega-se o formulário que deve ser preenchido pela(s) instituição(ões).

No caso de o aluno optar pela Realização das Práticas, deve continuar com a leitura da seção correspondente e com tempo suficiente, iniciar os trâmites para a assinatura do convênio de práticas (entre o Centro de Práticas, a Universidade e o aluno).

4.2. Qual(is) universidade(s) titula(m) o meu programa?

O local de consulta da(s) universidade(s) ou outros dados sobre o programa é o PANAL.

4.3. Se surgirem dúvidas sobre as PPS, com quem devo falar?

Na seção Perguntas Frequentes você pode encontrar as dúvidas comuns a muitos estudantes. Se não encontrar a resposta para a sua dúvida, lembre-se que qualquer questão relativa às Práticas Presenciais Supervisionadas ou à sua gestão deve ser abordada com o Departamento Internacional de Práticas da Universidade que titula o seu programa.

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5. Contato

Abaixo, estão indicados os contados de correio eletrônico que você pode usar:

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